quinta-feira, 2 de abril de 2015

O SAL DA TERRA


Fui assistir ao filme O Sal da Terra. Por um momento quase me arrependi. Ao me deparar com uma realidade tão crua, ressenti-me em sair da minha distância confortável de uma existência tão dura e cruel. Sei que existe, mas não vejo...

Fiquei me perguntando como Sebastião Salgado conseguiu estar tão próximo da morte, da dor, da desumanização sem que alguma coisa morresse nele também.


A resposta veio no final do filme. Ele é igual a terra que foi replantada, a natureza que se reconstituiu, trazendo de volta animais, nascentes, VIDA! O ser humano é assim, um terreno fértil.

https://www.facebook.com/oSaldaTerrafilme

http://www.institutoterra.org/pt_br/#

domingo, 29 de março de 2015

EXU - A BOCA DO UNIVERSO


Eu fui! A sorte ajudou, então peguei o penúltimo ingresso, resultado de duas desistências, para a peça Exu - a Boca do Universo no Teatro Capiba (SESC Casa Amarela, Recife, PE.)

Espetáculo excelente! Bonito, vibrante, onde a música, o canto e a dança fluem junto com  texto. Onde um enriquece o outro.

Exu, o orixá da comunicação e da liberdade, que o sincretismo associou ao diabo, vem  na peça brincalhão, sensual, irreverente, mas sem o peso de representar o mal. 

Figurino e maquiagem, para mim, foram shows a parte! Excelentes! Coloridos, esmerados, ricos em detalhes da cabeça aos pés, magníficos!

Quem traz o espetáculo a Pernambuco é o SESC, através do circuito Palco Giratório. A realização é do Núcleo Afro-brasileiro de Alagoinhas – NATA. Ficarei de olho nos trabalhos deste grupo, do qual me tornei apreciadora! 



EXU - A BOCA DO UNIVERSO
GRUPO NATA
SUPER-RECOMENDO!

Abaixo sinopse e ficha técnica retiradas do site:


Exu, a Boca do Universo é uma celebração à vida. Narrando as diversas facetas do Orixá Exu, o Núcleo Afro-brasileiro de Alagoinhas (NATA), passa em revista a ancestralidade de Yangui – o que veio antes de vir –, a irreverência de Enugbarijó, a sexualidade de Legbá, o virtuosismo de Bará, que rege o movimento do corpo, e, entre outras coisas, a descoberta de que Exu teve um amor... Optando por uma dramaturgia músico-poética, o texto tem autoria de Daniel Arcades em colaboração com a diretora do espetáculo, Fernanda Julia. A direção musical é de Jarbas Bittencourt com músicas dele e do próprio NATA. As coreografias são de Zebrinha. A concepção visual de cenografia, figurinos e maquiagem é de Thiago Romero, também ator da montagem.

Ficha Técnica:

FERNANDA JÚLIA

Direção

DANIEL ARCADES

Texto

FERNANDA JÚLIA

Coautoria texto

SANARA ROCHA

Assistência de direção

ANTÔNIO MARCELO, DANIEL ARCADES, FABÍOLA JÚLIA, FERNANDO SANTANA E THIAGO ROMERO

Elenco

SANARA ROCHA

Instrumentista

JARBAS BITTENCOURT

Direção musical

DANIEL ARCADES

Letras das músicas

JARBAS BITTENCOURT

Música sim, sim, não, não

THIAGO ROMERO

Cenografia, figurinos e maquiagem

ZEBRINHA

Coreografia

NANDO ZÂMBIA

Desenho de luz

MARCELO JARDIM

Preparação vocal

BABALORIXÁ RYCHELMY IMBIRIBA

Consultoria litúrgica afro-antropológica

YALORIXÁ ROSELINA BARBOSA

Orientação de axé

ANDRÉA MAGNONI

Fotos de divulgação

KALIK PRODUÇÕES, SUSAN KALIK, FRANCISCO XAVIER, CARDIM PROJETOS E MÁRCIA CARDIM
Produção
NATA

Fotos retiradas do Facebook.


https://www.facebook.com/NataTeatroAfrobrasileiro/timeline

https://www.facebook.com/pages/EXU-a-Boca-do-Universo/162932143905349?fref=ts

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

ESTALAGEM ANAUÁ - JAPARATINGA -AL.


Japaratinga dos meus amores! Este lugar mora no meu coração. É o local onde sempre procuro terminar minhas férias. Onde encontro o merecido descanso depois de "turistar" Brasil afora. 

                           

É um paraíso de águas calmas e azuis. Tem a tranquilidade de uma cidade interiorana e a beleza do litoral alagoano. Lá encontro as delícias do mar, as caipiroscas de frutas da estação e uma ”rede preguiçosa pra deitar”.

                      

É lá que me deleito com os guaiamuns e os caldinhos da Choupana do Guaiamum, com o filé de aratu refogado na cebola e alho do Rei do Polvo. E as delicias do Caiuia (tem um post exclusivo para ele aqui).

Adooooooro!!!
                     
                     

Em Japaratinga encontrei a Estalagem AnauáCheguei até ela em 2012, através do Hotel Urbano. Voltei em 2013 e pretendo voltar algumas vezes em 2014! Simples, aconchegante e confortável. Acomodações com  ar condicionado, tv de LCD, cama box, lençóis e toalhas limpos e macios. http://www.estalagemanaua.com.br/


                       

A Estalagem Anauá funciona como um anexo da Pousada Vila de Taipa, assim o hóspede pode utilizar a estrutura das duas. O café da manhã é servido a beira mar no restaurante Companhia da Lagosta que faz parte do grupo, localizado em frente à Vila de Taipa. http://www.viladetaipa.com/


                        

Para mim a Anaúa tem um diferencial que a colocou entre os meus locais favoritos, é o tratamento dispensado ao hóspede por Kenna Santos. Ela recepciona e cuida de nós com um zelo admirável. Simpática, atenciosa, cuidadosa com o bem-estar do hóspede. Sempre pronta a tornar melhor nossa estadia! Percebe-se que é uma profissional que tem prazer em fazer o que faz. Meu destaque e agradecimentos especiais para ela!


2012

Japaratinga e  Anauá eu SUPER-RECOMENDO! 

Eita, que deu foi saudades de tantas coisas boas!

2012




Piscina do Vila de Taipa (2012)

Deliciosos drinques servidos na piscina

Vai uma caipirosca de caju ou maracujá? No Caiuia tem!
Fotos: Erlah Moura

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

99 ANOS DE LOURO DO PAJEÚ - FESTA DE REI!




Este ano foi comemorado mais uma vez, em São José do Egito, o aniversário de Louro do Pajeú. Festa linda que dispensa comentários, pois reproduzo aqui o texto maravilhoso de Braulio Tavares, publicado no Jornal da Paraíba. Segue da forma que me foi apresentado no Facebook por Antonio Marinho:


Amigos e amigas,


já há alguns dias que penso numa forma de agradecer a todos os envolvidos direta e indiretamente na realização plena e extremamente exitosa da nossa FESTA DE REI - 99 ANOS DE LOURIVAL BATISTA. 
Foi bom não ter dito nada, porque chegou agora em minhas mãos este lindo texto de Braulio Tavares. Este poema em forma de artigo. Quem melhor do que alguém de fora, que entende como poucos o que se passa aqui, dentro do nosso reino, para testemunhar a força sempre nova da nossa gente e da nossa arte e elevar a vivência de homem e de poeta que Louro do Pajeú protagonizou e continua vibrando em cada verso e em cada coração de São José do Egito. Obrigado, Braulio! Obrigado, meu povo amado! Obrigado, Berço Imortal dos Cantadores e poetas!!!

Agora deliciem-se com esta pérola... que venha o centenário!!

Festa de Rei
No fim de semana passado, fiz uma coisa que só acontece raramente na vida da gente: realizar um sonho de quarenta anos, e ainda ganhar para isso! O “ainda ganhar” se deve ao fato de que viajei a trabalho, como parte da equipe do documentário “Bom dia, poeta”, que incluía Alexandre Alencar (direção), Amaro Filho e Cláudia Moraes (produção), Ivanildo Marques e Chapola Silva (fotografia e som). Eu fui como roteirista e entrevistador, além de poeta nas horas vagas. 
O sonho de 40 anos foi conhecer São José do Egito, que o pessoal chama (com certa discrepância geográfica) “a Meca da poesia popular nordestina”. Sem a grandiosidade da Kaaba ou das Pirâmides, São José é uma cidade de 30 mil habitantes que respira poesia como Florença respira artes plásticas, ou Nova Orleans respira jazz. Está na essência, na medula daquele povo; está no seu jeito de ser, de falar, de pensar, de interpretar o mundo e de estabelecer seus laços recíprocos de amizade e admiração. No mundo da poesia popular, chamamos de poeta (“bom dia, poeta!”) as pessoas de quem gostamos, que admiramos, que desejamos honrar e tratar bem. Nem todos são poetas, é claro, mas um bom leitor de poesia é mais importante do que duzentos poetas ruins.
A Festa de Rei era a comemoração dos 99 anos de nascimento de Lourival Batista, “Louro” (1915-1992), e um ensaio para a festa do seu centenário no ano que vem. Louro, com quem convivi entre 1975 e 1980, formou, com seus irmãos Otacílio e Dimas, a trinca dos irmãos Batista Patriota, três rochedos imbatíveis contra os quais oceanos inteiros de versos alheios se espatifaram inutilmente. Cada um com suas características; o forte de Louro era o trocadilho, a construção sinuosa e impecável de glosas que entraram para a História, o espírito escarninho e mordaz (principalmente nos desafios com seu grande amigo Pinto do Monteiro), e a alma de poeta, sem vaidades, sem egoísmos. Criou uma família enorme, cheia de artistas, muitos dos quais se revezaram no palco armado em homenagem ao mestre nos dias 4, 5 e 6 deste janeiro.
São José é símbolo de uma região, o Vale do Pajeú, numa área onde Pernambuco e Paraíba se penetram mutuamente, como o símbolo do Yin-Yang, e que engloba Tabira, Itapetim, Teixeira, Tuparetama, Sertânia, Afogados da Ingazeira, Água Branca, Carnaíba, Flores... A Serra do Teixeira e o Rio Pajeú são dois vetores essenciais dessa cultura da sextilha, do cordel, do mote e da glosa; e do repente, do flash instantâneo de percepção que cria uma piada, um trocadilho... Ninguém entenderá a poesia nordestina sem mergulhar nessa cultura gigantesca e quase invisível. É a ponta de um iceberg, e é maior que o Everest.

Meu coração faz morada em São José do Egito,  fiquei muito orgulhosa de participar desta festa e de sentir de pertinho seu resultado, pois pude ver como ela nasceu. Sem apoio do poder público local, foi resultado do esforço da família Marinho Patriota, com filhos, netos, genro, amigos homenageando Louro, a cultura, a poesia o repente e arrastando multidões da forma que aprenderam em casa, na mesa do café.

Obrigada, família! Obrigada, São José do Egito!

O povo, a cultura de São José do Egito EU SUPER, HIPER, MEGA, RECOMENDO!

Kelly Rosa
Cordas da Noite
As Severinas
Tonfil
Bia Marinho
Lucas e Orquestra dos Prazeres
Chico Cesar
Anchieta Dali
Bia Marinho e Anchieta Dali



Missa do Cantador, toda em poesia!

sábado, 19 de janeiro de 2013

EM CANTO E POESIA - SAIU PRIMEIRO CD!

Foto de Junior Teles


“Trago o  poema e o canto
de uma herança carregados
Lições de antepassados
que as levo pra todo canto
Voz que traduz o encanto
De quando a imagem se cria
 Passo a ver o que não via
Reinvento essa memória
 Trago a força dessa historia
Em canto e poesia”
Greg e Antonio Marinho

Hoje desejei ser poeta para saudar em versos a chegada do primeiro CD do grupo Em Canto e Poesia! Um presente maravilhoso para quem gosta de boa música, de história e de rimas!

Desde o lançamento, em São José do Egito, no dia 06 de janeiro (não poderia haver data e lugar mais adequados, aniversário de Louro do Pajeú e na terra onde esta história começou) não ouço outra coisa! Esperei demais por este CD e ele  superou minhas expectativas, chegando como uma verdadeira obra de arte!

O grupo Em Canto e Poesia é formado pelos irmãos Greg, Antonio, Miguel Marinho e Junior Telles.


Em Canto e Poesia 

Greg Marinho nos doa com maestria o som de violões de 7 ou 12 cordas, a  doçura da flauta transversa, o choro de um cavaquinho,  o som de um contrabaixo e de um celo.  Como se não bastasse, nos presenteia com sua emoção ao cantar e recitar com o sangue e a alma do Pajeú! Rouba a cena nos fazendo pensar como é possível extrair tudo isso de instrumentos...

Greg Marinho

Antonio Marinho, para seu público, se põe pelo avesso, pois, só o direito não é suficiente para dar vida a tanta poesia, ele canta, dança, recita toma forma de gigante e leva pra si os olhos e ouvidos que estavam maravilhados com o dedilhar de Greg.
Antonio Marinho


É quando olhos e ouvidos são imantados por Miguel Marinho, que até “ontontem”  era o caçulinha que brincava com o pandeiro. Ele continua fazendo do pandeiro brinquedo, mas achou pouco, agora tira som do corpo também! Ainda achou pouco e soltou a voz, canta e recita deliciosamente! Mas, para mim, o que há de melhor é ver o pandeiro na mão de Miguel! É de ver mesmo que estou falando, adoro ver os movimentos que ele faz com o pandeiro, alinhava, costura e borda! Adoro sentir a retribuição do instrumento! Pois é, para o pandeiro nas mãos de Miguel ouvir é pouco, a gente sente!

Miguel Marinho

No meio de tudo isso Junior Teles parece uma orquestra percussiva, trazendo os sons da natureza para a música, os sons do sertão: da chuva, sempre esperada, na grota; do canto do sabiá; do Rio Pajeú!  Junior Teles, entremeando e marcando o ritmo para a música cheia de vida do Em Canto e Poesia!

Junior Teles

Foi isso aí que eles colocaram no CD, a história poética do Pajeú disposta em trechos de cantoria e poesias dos “Faraós “ e Rainhas Egipcienses. As músicas foram pinçadas num rol de compositores maravilhosos, Zeto, Bia Marinho, Sales Rocha,  Lamartine Passos...

A Lamartine Passos  faço milhões de reverências, ô cabra arretado de bom! Lamartine Passos e Em Canto e Poesia é o casamento perfeito, arroz de festa com galinha de capoeira! Que bom que ele existe! Desejo-lhe muitos anos de vida melódica e poética! E “se um dia a poesia me sumir da veia” já sei que rumo tomar para resgatá-la! São José do Egito, Lamartine Passos, ambos  presentes,  inteiros no CD do Em Canto e Poesia!





Lamartine Passos

Destaque para a música “Canto Cancão” com a participação especial de Bia Marinho, que linda música, que linda voz! O poema “Coração de Poeta” da autoria de Nõe de Job, lindo demais! A música “Filha, Mãe da Poesia” me levou as lágrimas!
Bia Marinho

Em Canto e Poesia é isso, muita emoção! Não me canso de ouvi-los, de vê-los. Sempre me encanto, emociono, surpreendo e me encho de felicidade de poder apreciar tanto talento! Cada um com sua particularidade que funcionam maravilhosamente juntos, mas que poderiam prender qualquer platéia isoladamente. São vários shows em um só! Parabéns, meninos! E obrigada por nos fazer tanto bem!

Platéia feliz! 

Poetas, cantadores e compositores que fazem parte do CD: Anchieta Dali, Antonio Marinho, Antonio Pereira , Bia Marinho, Biu de Crisanto, Didi Patriota, Dimas Bibiu, Domingos Accioly, Graça Nascimento, Greg Marinho, Job Patriota, Jucélio Vilela, Lamartine Passos, Lourival Batista (Louro do Pajeú), Luis Homero, Manoel Bandeira, Manoel Chudu, Miguel Marcondes,  Nõe de Job, Otacílio Batista, Pinto do Monteiro, Rafaelzinha, Sales Rocha, Tales Ribeiro, Zé Filó, Zeto.
Nõe de Job


Em Canto e Poesia SUPER-RECOMENDO!

Para ouvir visite: http://www.myspace.com/emcantoepoesia

Fotos de Erlah Moura





terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Cangapé Capoeira - Lúcia dos Prazeres




Eu fui visitar as páginas do livro Cangapé Capoeira e estou me devendo este texto desde que virei a última. Por sinal, em grande estilo, de férias, deitada numa rede, a beira mar de Japaratinga (AL)... Nossa! Este foi um momento sublime! Fiquei muito feliz em ter podido apreciar uma obra de arte num lugar tão lindo. Folheei o livro de novo, olhei os desenhos, as bordas, o relevo da capa e senti quanto amor, sensibilidade e comprometimento havia ali.


O livro é lindo, é bem feito e nos remete a unidade familiar com muita competência. Enxerguei o cuidado da autora, Lucia dos Prazeres, com os detalhes, a correção da escrita, a sincronicidade dos desenhos com as palavras e em todo momento consegui ouvir a fala de Jó e captar seus sentimentos.

Cumpriu sua missão, me fez viajar! Terminei de ler desejando passar o carnaval em Nazaré da Mata, para ver de perto os caboclos em suas “sambadas”; desejei também ler o livro anterior, que fala sobre os caboclos de lança, mas nem falei isso ainda com a família, pois acabei de submetê-los a uma verdadeira corrida com obstáculos para conseguir um CD para mim gravado em 2008! Desejei ainda, dividi-lo com alguns amigos, foi escolhido como um dos presentes de Natal.

O livro tem ainda um glossário maravilhoso! Mas confesso que  me deixou com uma dúvida, o significado da palavra “camará”. A internet me devolveu como “arbusto nativo do Brasil” ou “corruptela de camarada”, mas prefiro imaginar que seja uma palavra mágica aprendida nas noites das matas de Nazaré!

Cangapé Capoeira me encantou,  me emocionou e está RECOMENDADÍSSIMO! 

Avante Lúcia dos Prazeres! Nós leitores queremos mais!

domingo, 16 de setembro de 2012

CHUCHO VALDÈS - MIMO 2012






Uma hora na fila dos “sem ingresso” na calçada lateral da Igreja da Sé, em Olinda, na tentativa de ver a apresentação do cubano Chucho Valdés, foi muito bem recompensada pela apresentação magnífica que balançou a platéia com Chucho em seu piano maravilhoso, Lazaro Rivero Alacron no celo e Dreiser Durruthy Bombale nos batás, vocal e dança típica que roubou a cena no final!!!!! 


Hora e meia de apresentação sob os aplausos e gritos da plateia ao ritmo do jazz, mambo, e cumbia! Momentos de olhos fechados, outros em que o corpo seguia o ritmo sem que eu nem percebesse.


Dois bis não foram suficientes, a impressão que dava é que ficaríamos ali a noite toda ansiando por mais daquela música maravilhosa! Foi sensacional, EU FUI!!!! E onde ele for eu vou! Chucho Valdés, RECOMENDADÍSSIMO!!!!!


 RECOMENDADÍSSIMO!